Não escrevo mais.
Minha alma derrama
Seiva
De ambrosia.
Não faço poemas.
Prego a palavra na carne
E a sacrifico no íntimo
Da minha idiossincrasia.
Bebi da inspiração
A impermanência
Que inebria.
Viva, estou viva,
Porque sou
Poesia.