domingo, 17 de maio de 2026

DESPOEMA

Não escrevo mais.

Minha alma derrama

Seiva

De ambrosia.


Não faço poemas.

Prego a palavra na carne

E a sacrifico no íntimo

Da minha idiossincrasia.


Bebi da inspiração 

A impermanência 

Que inebria.


Viva, estou viva,

Porque sou 

Poesia.

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